- Falar para as paredes
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- Então a vidinha, vai bem?
- Tásse.
- E o computador, na maior?
- Tá.
- Também és daqueles que acha o máximo usar Gnu/Linux?
- Já fui mais.
- Explica.
- É uma boa merda um gajo não ter discernimento para evitar complicar a vida.
- Não te ‘tou a perceber. Andavas tão entusiasmado com o Ubuntu e mais não sei o quê…
- Pois andava quando tinha tempo. Agora danou-se tudo: desde que actualizou para a 7.04, o Ubuntu encrava que se farta. Já limpei o disco, fiz uma instalação de raiz e só me dá é merda - vou voltar mas é à 6.10, trigo limpo, farinha amparo, NUNCA me deu problemas em meia dúzia de meses.
- E o que é que estavas a fazer quando o Ubuntu te bloqueou?
- Uma vez estava a navegar no Sapo, outra vez a escrever um texto, a última estava a escrever o post aqui de baixo.
- Se calhar foste tu que fizeste merda…
- Antes do mais respeitinho, que eu sou tu. E se alguém fez merda não fui eu, porque as mesmas coisas funcionavam exactamente da mesma maneira e agora… não há confiança, pá. E queres saber o mais engraçado? O Vista encravava-me e o XP nunca me bloqueou.
- E agora?
- Agora nada, vou continuar com o XP e com software livre/aberto/gratuito, tipo OpenOffice, Opera e cenas afins. E posso continuar a usar o Bluetooth e o Zen sem me preocupar a instalar drivers ininstaláveis por humanos.
- O quê, o Bluetooth não funcionava?
- Nope.
- E o Zen V?
- Nope.
- Fosga-se!
- Eu entrei no Linux até por causa da estabilidade, não ligo muito a essas mariquices de media. No momento, está o XP *muito* à frente. Com antivirus e antimalware (fica a saber que *nunca* perdi dados por infecção, sendo que todas as tentativas foram bloqueadas pelas mais diversas opções de segurança gratuitas com que tenho enxameado o meu PC) e visitas controladas a sites ordinários de confiança, não há problema. Também, o que seria da vida sem a sensação de perigo? - 29/04/2007 • monobiálogo
- Falar para as paredes
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- E no fim da reunião eu vi logo: houve clima.
- A sério?
- Sem dúvida.
- Atão?
- Ela despediu-se com um «adeus, prazer em conhecê-lo», claramente no sentido de «desejo-o de uma forma animal e daqui a dez minutos estou lá fora nas traseiras sem roupa interior à espera que me possua ardente e selvaticamente».
- O que é que andas a fumar?
- Não interessa. O que é relevante é que lhe respondi «então até à próxima», que é como quem diz «então aguenta dez minutos que vou já lá ter».
- E depois?
- E depois nada, acordei.
- 19/04/2007 • monobiálogo
- Falar para as paredes
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- Lixaste a template?
- Não, acho que não. Encolhi-a, creio.
- E as ligações?
- Os links?
- Sim, o que é que lhes fizeste?
- Estão guardados, pá, quando tiver tempo logo os volto a pôr.
- Vê lá se o pessoal se chateia com essa cena.
- Qual quê - pelo menos nehum dos 4 visitantes habituais. É só eu ter tempo de criar uma secção ali em baixo que voltam os links e os arquivos, ok?
- Ok, vê lá mas é se fazes aluma coisa de jeito.
- Estou a tratar disso, por isso é que agora não vou perder tempo com links, pá. - 13/04/2007 • monobiálogo
- Falar para as paredes
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- Então, nada de postas novas?
- Sim, parece que sim.
- Sim, há postas novas, ou sim, não há postas novas?
- Tanto faz. Olha, o que é que achas do Janus ali em cima?
- Tá catita. O que é que quer dizer?
- Para efeitos deste blogue, significa que quando não tenho a mínima do que escrever e me apetece escrever qualquer coisa assim como que a modos tipo a falar sozinho, pimba, gráfico do tipo; tal como quando escrevo sobre o Zorg ponho um indicativo gráfico específico. Só para evitar fazer um blogue para cada tema, assim fica a coisa mais estruturada.
- Parece-me estúpido.
- Pois, mas se não fosse eu a escrever não te parecia nada, pois não, ó camelo?
- Tens razão, desculpa lá.
- Não há problema, estou desculpado. - 11/04/2007 • monobiálogo

